
António Pedro Amorim · Porto, 1987
Nasceu a 15 de fevereiro de 1987, no Porto.
É Marketeer de profissão e dedica-se a criar e a gerir marcas. Vive diariamente entre estratégia, posicionamento, comunicação e a construção de ligações autênticas entre pessoas e projetos. Talvez por isso tenha a sorte de ter sido ele próprio a criar tudo do zero no Amor e Outras Ressacas — desde a identidade à comunicação, passando pela forma como cada detalhe ganha significado. Este projeto é também uma extensão desse olhar: mais pessoal, mais íntimo, mas igualmente atento à forma como as palavras podem criar conexão.
O Amor e Outras Ressacas nasce da sua forma muito própria de olhar para a vida: com intensidade, verdade e uma certa ternura por tudo aquilo que fica depois das tempestades. Escreve sobre o amor, claro — mas também sobre as ausências, os recomeços, as saudades que não pedem licença e as pessoas que nos atravessam.
Nas suas palavras há sempre qualquer coisa de vivido. Não escreve para impressionar. Escreve para tocar. Para dizer o que muitas vezes sentimos e não sabemos explicar. Para dar nome às emoções que se acumulam no peito, entre o que fomos, o que perdemos e aquilo que ainda temos coragem de sentir.
Não gosta de vulgaridade. Não por arrogância, mas porque sempre lhe interessou mais aquilo que tem profundidade do que aquilo que apenas chama a atenção. Gosta do que é subtil, do que não precisa de se explicar demasiado, do que sabe existir com elegância. Acredita que há beleza na discrição, inteligência no silêncio certo e uma sedução rara em quem não precisa de exagerar para ser memorável. Para ele, o verdadeiro encanto está quase sempre no que não se mostra todo de uma vez.
Amor e Outras Ressacas é isso: uma página para quem sente demais, para quem já amou sem medida, para quem já recomeçou em silêncio e para quem ainda acredita que, mesmo depois de tudo, há sempre qualquer coisa bonita a nascer dentro de nós.
A parte mais sexy do seu corpo é a mente. A forma como pensa, como lê o mundo, como encontra poesia no caos e verdade nos silêncios. Há nele uma intensidade tranquila, uma elegância emocional, uma maneira quase desarmante de tocar sem precisar de se aproximar.
Adora música — e talvez por isso o Spotify seja uma espécie de templo pessoal, onde guarda playlists para todas as ocasiões: para conduzir, para sentir, para dançar, para pensar, para esquecer e até para voltar a lembrar. Para ele, há sempre uma música certa para cada fase da vida.
A seguir à lealdade, o humor é talvez uma das coisas que mais valoriza. Não o humor fácil ou forçado, mas aquele que revela inteligência, cumplicidade e uma certa leveza perante a vida. Gosta de pessoas que sabem rir de si próprias, que desarmam uma conversa com ironia no momento certo e que percebem que nem tudo precisa de ser levado tão a sério. Para ele, o humor aproxima, cria intimidade e diz muito sobre a forma como alguém atravessa o mundo.
Entre o amor e as suas ressacas, encontrou uma forma de fazer da vulnerabilidade um lugar bonito.
CompromissoQualquer colaboração será revertida a 100% para associações.